Mês vocacional: São João Maria Vianney, Padroeiro dos sacerdotes

A Igreja celebra em 4 de agosto, a memória litúrgica de São João Maria Vianney, o Cura D’Ars. Ele é o padroeiro dos sacerdotes, nesta mesma data, comemora-se o Dia do Padre.

O Dia do Padre é celebrado oficialmente desde 1929, quando o Papa Pio XI proclamou São João Maria Vianney “homem extraordinário e todo apostólico, padroeiro celeste de todos os párocos de Roma e do mundo católico”.

“Deus escolheu os insignificantes para confundir os grandes”

O apóstolo Paulo profetizou essas palavras e São João Maria Vianney é considerado grande exemplo dessa profecia.

Ser padre é ser ‘pai’ de uma comunidade inteira e entender o chamado para ser servo de Deus, um sacerdote. A simplicidade dos ensinamentos Jesus Cristo são o fundamento deste ministério e a tarefa do padre é continuar a missão de Jesus Cristo, único e eterno Sacerdote.

É o padre, que através do Evangelho, leva os homens a Deus, pela conversão da fé em Cristo.

O Cura D’Ars

São João é conhecido como Cura D’Ars pelo nome do povoado no qual serviu durante 41 anos. Nasceu no dia 8 de maio de 1786. Filho de Mateus e Maria, foi o quarto de sete irmãos. Desde a infância dizia que queria ser padre, gostava de oração e de ir à igreja.

Aos 20 anos de idade ingressou no Seminário de Écully – enfrentou muitas dificuldades por possuir pouca instrução, seus formadores o consideravam “sem inteligência suficiente para conseguir completar os estudos”.

Foi ordenado padre em 1815, mas como impedimento não poderia exercer o sacramento da confissão. São João se tornaria depois um dos maiores confessores de toda a história da Igreja.

Em fevereiro de 1818 o transferiram para um vilarejo chamado Ars. O Vigário Geral lhe disse: “não há muito amor nessa paróquia, você lhe infundirá um pouco”. Quando chegou ao lugar disse uma profecia, “a paróquia não será capaz de conter as multidões que virão aqui”. Sua popularidade foi crescendo e eram milhares as pessoas de todas as partes que chegavam para confessar-se com ele. Confessou mais de 100 mil pessoas no último ano de sua vida.

Seu falecimento data de 4 de agosto de 1859, seu corpo permanece incorrupto na igreja de Ars. Em 8 de janeiro de 1905, o Papa Pio X o beatificou e, na festa de Pentecostes em 31 de maio de 1925, o Papa Pio XI o declarou Santo.

 

Com informações de ACI Digital; Canção Nova e Cruz Terra Santa.

 

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