Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues – Arcebispo Emérito

Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues nasceu no dia 25 de junho de 1941, em Bias Fortes/MG. Filho de José Justino Rodrigues e Aurora Sales Rodrigues. Iniciou seus primeiros estudos no grupo escolar Cardeal Mota, entre os anos de 1947 a 1951.

Aos 10 anos entrou para o Seminário Diocesano Santo Antônio, em Juiz de Fora/MG. Depois de concluir o Seminário Menor foi promovido para o Seminário Maior São José, na cidade de Mariana/MG. A ordenação sacerdotal foi aos 13 de dezembro de 1964 na Catedral de Juiz de Fora, por Dom Geraldo Maria de Moraes Penido.

No dia 4 de julho de 1993 foi nomeado Vigário Geral da Arquidiocese de Juiz de Fora. Alguns anos depois, em 1998, o Papa João Paulo II nomeou padre Eduardo para ser Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Porto Alegre/RS, onde permaneceu até o ano 2000. Em 10 de janeiro de 2001 foi nomeado também por João Paulo II, Bispo Diocesano de Lorena/SP, sucedendo Dom João Hipólito de Morais.

No dia 4 de maio de 2005, o Papa Bento XVI o nomeou Arcebispo Metropolitano de Sorocaba para suceder a Dom José Lambert, que esteve à frente da Arquidiocese durante 25 anos. No dia 25 de junho de 2005, Festa de São Paulo e São Pedro, Dom Eduardo recebeu das mãos de sua Santidade, o Papa Bento XVI, no Vaticano, o Pálio – insígnia litúrgica de honra e jurisdição abençoada pelo Papa. Os Pálios, compostos por uma faixa de lã branca com seis cruzes pretas, são usados pelos arcebispos metropolitanos em suas Igrejas Particulares e Províncias Eclesiásticas.

Tem como lema episcopal “Mitis et Humilis Corde” – “Manso e Humilde de coração”.

O segundo Arcebispo Metropolitano de Sorocaba tomou posse no dia 3 de julho de 2005, véspera do aniversário de criação canônica da Diocese, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Ponte. Estiveram presentes vinte arcebispos, entre eles o Cardeal Dom Frei Cláudio Hummes, OFM, e Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte/MG.

Dom Eduardo chegou à Praça Coronel Fernando Prestes em carro aberto, escoltado por batedores da Polícia Militar e da Guarda Municipal, ao lado de Dom José Lambert. Antes de entrar na Catedral, foi saudado pelo povo presente, pelo então prefeito Vitor Lippi e a primeira-dama Denise Lippi, demais autoridades, padres, diáconos, seminaristas e religiosas. Recebeu das mãos do pároco da Catedral, padre Tadeu Rocha Moraes, um crucifixo.