Comentário ao Evangelho – Sexta-feira 20/05/2022

Sexta-feira da 5ª semana da páscoa

At 15,22-31

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Depois do Concílio, os Apóstolos resolveram enviar alguns representantes juntamente com Paulo e Barnabé para serem os porta-vozes da decisão tomada por eles. Assim são designados Judas Barsabás e Silas que levam um documento oficial escrito para os cristãos de Antioquia. Esse episódio reafirma a autoridade da Igreja de Jerusalém.

O documento escrito corresponde perfeitamente à sua finalidade: repete os pontos essenciais da decisão do Concílio de Jerusalém, desautoriza os que, agindo por contra própria, semearam perturbação nos cristãos, a decisão de se guiar pelo princípio da liberdade do Evangelho em relação à Lei e a convicção de que a decisão tomada foi inspirada pelo Espírito Santo.

Esse último elemento da carta é importante. Com efeito, a Igreja é dirigida pelo Espírito Santo. O Espírito atua na Igreja particularmente nos momentos em que a Igreja precisa superar os limites visíveis de pátria, etnia e cultura. Não há contradição entre o que o Espírito inspira e o que os Apóstolos decidem, por isso não será imposto nenhum fardo além das coisas indispensáveis.

As únicas proibições impostas têm como finalidade garantir o relacionamento pacífico entre judeus e pagãos na Igreja: “abster-se de carnes sacrificadas aos ídolos, do sangue, das carnes de animais sufocadas e das uniões ilegítimas”. Essas proibições se referem à idolatria e à imoralidade sexual.

 

Por Dom Julio Endi Akamine SAC

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