Comentário ao Evangelho – Segunda-feira 09/05/2022

Segunda-feira da 4ª Semana da Páscoa

At 11,1-18

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Pedro tinha batizado o pagão Cornélio dispensando-o de primeiro se fazer circuncidar. Trata-se de uma decisão que terá consequências para o futuro: aos pagãos não será exigido que primeiro se submetam à observância da Lei judaica e da circuncisão. Quando os outros apóstolos ficaram sabendo desse gesto decisivo de Pedro, exigiram dele explicações.

Pedro era a autoridade máxima da Igreja e o primeiro dos apóstolos, mas ele não agia independentemente nem arbitrariamente por conta própria. Por isso, ele precisa dar as razões que o levaram a dar esse passo tão importante.

Pedro justifica-se e conta como tudo aconteceu, quais foram os passos dados até o batismo de Cornélio e de sua família. Pedro argumenta: “Se Deus concedeu a eles o mesmo dom que a nós, que acreditamos no Senhor Jesus Cristo, quem seria eu para opor-me à ação de Deus?

Foi assim que os outros apóstolos se tranquilizaram. Eles caíram na conta de que a decisão de Pedro de batizar Cornélio era legítima pois foi o próprio Deus que “impôs” à Igreja esta abertura do Evangelho ao mundo pagão.

Dessa maneira a missão entre os não judeus fica autorizada. Foi Pedro que batizou o primeiro pagão, e a Igreja de Jerusalém aprovou essa ação de Pedro e a adotou como prática. No fim das contas, foi a Igreja Apostólica que deu início à missão entre os pagãos. Por isso o batismo dos pagãos era totalmente legítimo.

Rendamos graças a Deus por Ele ter aberto o Evangelho a todos nós.

 

Por Dom Julio Endi Akamine SAC

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